21 de mai de 2016

Partilha de emoções e gerações - momentos de excelência na Oficina de Cultura

Mais uma vez, hoje, sexta-feira, dia 20 de Maio, a Oficina de Cultura protagonizou partilha de emoções e gerações - momentos de excelência - entre antigos alunos e professores, ou melhor, professores-alunos e alunos-professores.
Tal como aconteceu na quarta-feira, dia 18, o melhor que Almada tem, os seus melhores criadores - então da geração dos 20 anos, hoje da geração dos trinta deixaram o seu testemunho em momentos inolvidáveis, conforme programa anexo.
Com uma excelente moderação, este vasto programa com direcção e coordenação do docente  e Amigo António Sales - que está de parabéns e a quem envio um abraço fraterno - o Agrupamento de Escolas Emídio Navarro mostrou mais uma vez o seu potencial com esta "4ª Mostra de Vídeo em Meio Educativo. 60 Anos a Educar Almada", nesta ano que assinala 60 anos, em que os alunos que têm participado activamente são os grandes destinatários.
referência ainda à presença, na inauguração, dia 13 dos Amigos António Neves,  - Director do Agrupamento e que também esteve na exposição anterior - e Rui Baltazar - Presidente do Conselho Geral.
É caso para dizer, o melhor da grande Comunidade Educativa de Almada desta cidade Educadora apresentou na Oficina de Cultura a excelência dos(as) criadores(as) deste concelho Até domingo, dia 22, entre as 14h  as 19h e as 20h e as 22h.



Mais um momento alto da vasta programação que o Equipamento Municipal com maior centralidade em Almada como a aconteceu com anterior "Todos Têm... A Constituição da Liberdade", a já habitual Exposição Comemorativa do 25 de Abril de 1974 que se realizou na Oficina de Cultura entre 23 de Abril e 9 de Maio, onde mais uma vez. Entre os 21 projectos dos 11 agrupamento e duas Escolas Secundárias não agrupadas, se destacaram os Agrupamentos Emídio Navarro - António Sales - Anselmo de Andrade - Rui Silvares - Francisco Simões , onde há ainda a destacar as Secundárias Cacilhas-Tejo - António Moreira - e Fernão Mendes Pinto - Francisco Henriques e equipa.
Para que conste!

 Aqui, no encerramento com Paula Sousa (DEJ CMA) a usar da palavra, António Sales (AE Emídio Navarro), Américo Jones (AE Francisco Simões) e António (Sec. Cacilhas-Tejo)

3 de mai de 2016

Quando a mãe nos dá um beijo

Quanto é Doce
Quanto é doce quanto é bom
No mundo encontrar alguém
Que nos junte contra o peito
E a quem nós chamemos mãe
Vai-se a tristeza o desgosto
Põe-se a um ponto na tormenta
Quando a mãe nos dá um beijo
Quando a mãe nos acalenta
E embora seja ladrão
Aquele que tenha mãe
Lá tem no meio da luta
Ternos afagos de alguém

                                                                 José Afonso


 Meados dos anos 60, na casa onde nasci, na Funcheira. Sou o menino da direita. Estou frente à minha mãe, Esmeralda. Estou com o meu Amigo - há mais de 50 anos - Mário João e a sua mãe, D. Mariazinha. Ambas já partiram. Certamente onde estiverem olharão com ternura - como sempre o fizeram - para os seus meninos , ambos filhos primogénitos, hoje Homens fraternos e íntegros. Aqui fica a memória de um tempo sereno e eterno... e a Saudade, sempre.